Da indignação para a ação

A insatisfação com  os altos impostos, a ineficiência dos serviços públicos e a falta de assistência aos menos favorecidos, me fizeram entender que estava no momento de transformar a minha indignação em ação. Concluí que a melhor forma de ajudar a mudar este quadro seria através da política, com base em um novo modelo de Estado, que trabalhasse para a população ao invés de se servir dela.

Por isso, em 2011, junto a um grupo de cidadãos, iniciei a criação de um partido político diferente. Superamos diversos obstáculos e uma série de barreiras que são criadas para dificultar a renovação.

Mas não desistimos. Pelo contrário, cada adversidade se transformou em um desafio para continuarmos no caminho certo e reforçarmos a aposta na mudança.

Oito anos depois, o NOVO é uma realidade. E eu me coloco à disposição como o primeiro candidato do partido à Presidência da República. Não é um projeto pessoal, e sim parte de uma proposta de construção de uma instituição que irá renovar a forma de fazer política para mudar o Brasil.

A hora de um NOVO Brasil

Chegou a hora de escolher o Brasil que queremos viver nos próximos anos. Este é o momento de decidir que País vamos construir para as próximas gerações. O país que queremos para nossos filhos e netos. A escolha está em nossas mãos. O Brasil precisa mudar. Precisamos transformá-lo em um País seguro, simples e livre, onde cada brasileiro possa chegar lá. Um país onde todos tenham acesso a educação básica de qualidade, tenham a oportunidade de trabalhar, empreender e crescer. Precisamos acabar com a miséria e melhorar a qualidade de vida de todos os cidadãos. Queremos um País com mais oportunidade e menos privilégios. Temos que sair da indignação para a ação.

Não aguentamos

mais viver em um

País disfuncional:

  • Mais de 60 mil homicídios por ano;
  • 13 milhões de brasileiros desempregados;
  • Quase 40% de crianças vivendo na pobreza;
  • Um Congresso com os parlamentares mais caros do mundo, que custam R$ 29 milhões por dia;
  • A Presidência da República que custa mais do que a Coroa Britânica;
  • Partidos que recebem R$ 2,6 bilhões para financiar suas campanhas, usando o dinheiro que sai dos impostos pagos pelos cidadãos que os rejeitam;
  • Mais de 55 mil pessoas com direito a foro privilegiado;
  • Muitos impostos e péssimos serviços públicos;
  • Escolas que não ensinam e hospitais que deixam pacientes morrer sem atendimento — e que consomem bilhões de reais sem nenhuma prioridade;
  • Um governo que atrapalha a geração de emprego e o empreendedorismo, com inúmeras leis e burocracias que dificultam a vida de quem quer trabalhar ou abrir um negócio para sustentar a família e crescer na vida;
  • Um País com as contas públicas deficitárias, apesar de cada brasileiro trabalhar cinco meses por ano apenas para pagar impostos;
  • Um Estado que dá auxílios para quem menos precisa, benefícios para quem menos merece e tributa quem mais trabalha.

O País precisa crescer e devolver a dignidade dos seus cidadãos. Para isso, é preciso inovar em conceitos e atitudes. E, principalmente, renovar os quadros políticos e as práticas que nos comandam.

A mudança que

a gente quer

não virá dos

políticos que

a gente tem.

  • Vamos parar de procurar um salvador da pátria e assumir o protagonismo da mudança que queremos. Cada um de nós é o salvador que a pátria precisa.
  • Vamos lutar por oportunidades e não por privilégios. Precisamos de uma sociedade simples e livre, onde todos tenham uma educação básica de qualidade e possam, com base no seu esforço e dedicação, se desenvolver e conquistar seus projetos.
  • Vamos trabalhar para termos uma sociedade próspera, que valorize o sucesso e não o vitimismo.
  • Vamos entender que não precisamos do Estado para ajudar o próximo. Só depende de nós mesmos fazer algo de importante por aqueles que mais necessitam.
  • Vamos combater a pobreza. E isso se faz com a geração de renda e não com a sua distribuição.
  • Vamos exigir liberdade com responsabilidade.
  • Vamos entender que o brasileiro não precisa de um Estado grande porque é pobre, ele é pobre justamente por ter um Estado grande. Estado este que concentra renda e beneficia “os amigos do rei", sempre às custas da maioria.
  • Vamos lutar por um Estado menos intervencionista, com menos impostos e menos burocracia. Contando com governos que entendem que nós sabemos — melhor do que ninguém — o que fazer com as nossas vidas e com o nosso dinheiro.
  • Vamos discutir mais ideias e menos pessoas, especialmente quando se tratar do debate político. O embate deve ser sempre no campo dos princípios e valores.
  • Vamos avaliar as pessoas, especialmente os políticos, pelo que fizeram ou fazem, não pelo que dizem.
  • Vamos evitar os atalhos. Eles têm um custo elevado, que será cobrado mais à frente. Temos que fazer o certo, sempre, mesmo que pareça mais difícil e mais demorado. Este é sempre o melhor caminho.
  • Vamos dar um novo significado ao “jeitinho brasileiro”. Queremos que ele represente o trabalhador que acorda cedo, que se esforça e que, independente de quanto o Estado atrapalha, tem forças para produzir, para empreender e para sorrir ao final do dia. O brasileiro que não desiste.
  • Vamos participar e dar um novo significado para a política brasileira. Vamos fazer política sem troca de favores, sem venda de votos, sem perguntar para o candidato o que iremos ganhar. Vamos fazer escolhas conscientes.

Vamos construir

um NOVO

Brasil

  • A representatividade é o caminho para a construção de um Brasil mais seguro, simples e livre, onde todos possam chegar lá. Vamos dialogar com os brasileiros para construir esse novo País, unido e sem divisões.
  • A defesa das liberdades individuais com responsabilidade, do livre mercado e do indivíduo como gerador de renda;
  • O fim dos privilégios de políticos, funcionários públicos de alto escalão e empresários com subsídios e benefícios;
  • Um governo que funcione e priorize o que é mais importante para o cidadão: educação, saúde e segurança;
  • A simplificação e redução dos impostos e burocracias para dinamizar a economia, facilitar o empreendedorismo e propiciar a criação de empregos;
  • A descentralização do poder, transferindo mais recursos e responsabilidades para estados e municípios, que estão mais próximos dos cidadãos;
  • A redução da máquina pública e a responsabilidade fiscal, para que o governo faça um uso eficiente do dinheiro dos brasileiros e jamais gaste mais do que arrecada;
  • A saída dos brasileiros da pobreza por meio da educação, geração de renda, empregos e oportunidades;
  • Aperfeiçoamento da rede de proteção social para aqueles que precisam;
  • A coerência e transparência das ações do governo, do diagnóstico dos problemas e das ações para resolvê-los, principalmente para enfrentar temas impopulares;
  • A visão de longo prazo, com planejamento estratégico e definição de metas, pensando sempre nas próximas gerações e não na próxima eleição;
  • O combate incessante a todo tipo de corrupção, criminalidade e impunidade.
  • A garantia da propriedade privada e da segurança no campo para que o agronegócio tenha todas as condições jurídicas e estruturais para tirar o máximo de seu inigualável potencial.

Queremos um Brasil seguro, simples e livre, onde todos possam chegar lá.

Um Brasil seguro

O Estado precisa proteger a nossa vida, a nossa propriedade, a nossa liberdade e assegurar que as leis sejam cumpridas.

Um País simples

Uma sociedade baseada em princípios e valores, com foco no essencial. Leis e burocracia em excesso servem apenas para criar mecanismos de poder para as instâncias públicas e devem ser revistas e, sempre que cabível, revogadas.

Um País livre

Onde o cidadão tenha liberdade e responsabilidade para ser o protagonista de sua vida, sem a tutela do Estado.

Um País onde todos possam chegar lá:

Um modelo de Estado que privilegie a educação básica e o livre mercado e, assim, permita que cada brasileiro, tenha a oportunidade de se desenvolver e realizar seus projetos de vida. Assim teremos um ambiente propício ao empreendedorismo, à criação de empregos e ao combate efetivo da pobreza.

Os textos abaixo são parte do plano de governo em desenvolvimento do NOVO e do João Amoêdo. Este é um projeto que está sendo construído com base nos nossos princípios e valores, para termos um Brasil seguro, simples e livre, onde todos possam chegar lá. Acompanhe, pois ainda teremos muitas propostas para construir um NOVO Brasil.

1

Oportunidades para que todos os Brasileiros possam trabalhar, empreender e viver cada vez melhor

Hoje, o Estado brasileiro atua contra o livre mercado, dificultando, consequentemente,o empreendedorismo, o crescimento econômico e a geração de empregos.

Temos um alto custo de capital, uma carga tributária elevada e complexa, insegurança jurídica, enorme volume de burocracia e uma visão ideológica contrária ao empreendedor e ao lucro. O resultado é que o Brasil tem um PIB per capita que equivale a 60% do PIB do Chile e, praticamente, está estagnado em relação ao valor de 2010.

Estamos na posição 125 entre 190 países em relação à facilidade para fazer negócios pelo ranking elaborado pelo Banco Mundial. Destes, o Brasil ainda está entre os dez piores países para se pagar impostos (184ª posição) e entre os 15 piores para se começar um negócio (176ª posição). No índice de liberdade econômica, divulgado pela Heritage Foundation, estamos na posição 153 de 186 países avaliados.

O resultado de tudo isso é que, apesar de sermos um País rico em recursos naturais, com dimensões continentais e grande mercado consumidor, temos 13 milhões de desempregados e mais de 20% de brasileiros dependem do Bolsa Família.

Visão

Queremos que o cidadão tenha mais liberdade para trabalhar, empreender e se desenvolver. O desenvolvimento econômico que queremos virá das pessoas e não do Governo.

Longo prazo

  • Estar entre os 40 primeiros, de 186 países, no Índice de Liberdade Econômica.
  • Estar entre os 40 primeiros, de 190 países, em Facilidade de Fazer Negócios.

Propostas

  • Equilíbrio das contas públicas com corte de gastos, privilégios, privatizações, revisão de desonerações fiscais e definição das prioridades.
  • Facilidade para abrir empresas e contratar funcionários.
  • Simplificação da carga tributária com a adoção do IVA (Imposto de Valor Agregado).
  • Ampliação dos acordos comerciais em todo o mundo e abertura da economia com redução das tarifas alfandegárias.
  • Fim da política de campeões nacionais e de conteúdo local.
  • Controle da inflação com o Banco Central independente.
  • Segurança jurídica.
  • Profissionalização e despolitização das agências reguladoras.
  • Privatização de todas as estatais.
  • Parcerias, concessões e privatizações para melhorar toda a infraestrutura – portos, aeroportos, ferrovias, rodovias, dutovias, hidrovias, infovias e mobilidade.
  • Livre escolha da aplicação de recursos do FGTS.

2

Educação de qualidade e conhecimento para que as crianças e os jovens possam construir seu futuro em um mundo em transformação

Educação e liberdade são a base para a construção de uma sociedade próspera.

A nossa educação apresenta, sob inúmeros ângulos, indicadores muito ruins: 93% dos alunos terminam o ensino médio sem noções básicas de matemática, 27% dos brasileiros entre 15 e 64 são analfabetos funcionais. Gastamos 3 vezes mais com o aluno do nível superior (US$ 12 mil), do que com o aluno do ensino básico (US$ 3,8 mil). Apesar do aumento das verbas para educação, entre 2012 e 2016, o Brasil caiu 7 posições no ranking do PISA. O ensino infantil é a base da formação cognitiva e somente 30% das crianças estão nas creches. A educação é a base de qualquer sociedade.

Visão

Queremos educação básica de qualidade para todos os brasileiros. Cidadãos preparados e conscientes serão determinantes no estabelecimento de uma sociedade harmônica, próspera e sustentável.

Longo prazo

  • Subir o Brasil 50 posições no ranking do PISA.
  • Universalizar o acesso das  crianças às creches.

Propostas

  • Priorizar a educação básica na alocação de recursos federais.
  • Expansão do acesso ao ensino infantil e creches.
  • Gestão profissional na direção das escolas de todo o País.
  • Programa de bolsas em escolas particulares para alunos do ensino público.
  • Consórcios intermunicipais para a boa gestão da educação nas cidades menores.
  • Reconhecer e valorizar, na distribuição de recursos do FUNDEB, os estados, municípios e as escolas que melhorarem o aprendizado dos alunos.
  • Base curricular da formação dos professores direcionada à metodologia e à prática do ensino, não a fundamentos teóricos.
  • Ampliar o ensino médio-técnico para atrair e melhor formar os jovens para o mercado de trabalho.
  • Aproximar o ensino profissionalizante das demandas reais do mercado de trabalho.
  • Universidades: melhor gestão, menos burocracia, novas fontes de recursos não-estatais e parcerias com o setor privado voltadas à pesquisa.
  • Novas formas de financiamento de cultura, do esporte e da ciência com fundos patrimoniais de doações.

3

Respeito à vida e segurança para todos os brasileiros em todo o território

O Brasil vive uma epidemia de violência, espalhada por todas as regiões, dos grandes centros urbanos  às cidades médias e pequenas, com assassinatos, roubos, assaltos a bancos e tráfico de drogas comandado por grandes organizações criminosas.

Em 2017, 63.680 brasileiros foram assassinados, o que representa o inaceitável índice de 30,8 mortes para cada 100 mil habitantes. Um dos maiores do mundo, semelhante aos de áreas de conflito. Esse resultado coloca o Brasil na 9ª posição entre os países com piores índices de homicídios do mundo. Essa violência atinge principalmente jovens da periferia – uma geração que poderia estar sendo preparada para o futuro, se encontra perdida para a violência.

O Brasil se tornou um País inseguro. Essa situação não pode continuar. O combate ao crime tem falhas em todas as etapas do processo. Desde a prevenção até a prisão e cárcere do condenado, aumentando ainda mais a sensação de impunidade.

Visão

Queremos um País com direito à vida como um pilar fundamental da nossa sociedade, com baixas taxas de criminalidade contra as pessoas e seu patrimônio, e onde o crime não compensa.

Longo prazo

  • Reduzir a taxa de homicídios do Brasil para menos de 10 para cada 100 mil habitantes por ano.

Propostas

  • Maior integração entre as polícias e os governos municipais, estaduais e federal.
  • Priorização da segurança pública e valorização do policial.
  • Metas e bonificação para o sucesso policial.
  • Plano de carreira que permita o crescimento do policial.
  • Aprimorar a prevenção e as investigações com o uso de mais tecnologia.
  • Combate com mais inteligência e tecnologia à lavagem de dinheiro.
  • Reforma da Lei Penal com maior rigor, redução da possibilidade de progressão e revisão dos indultos e saídas temporárias em datas festivas.
  • Prisão de condenados em segunda instância.
  • Construção, manutenção e gestão de presídios em parceria com o setor privado.

4

Saúde acessível com um novo modelo que trate a todos com dignidade

O sistema brasileiro sofre pela combinação da tripla carga de doenças (infecto contagiosas, não transmissíveis e causas externas), com recursos limitados e uma população envelhecendo rapidamente. A qualidade do atendimento de saúde é uma queixa generalizada. Nossa expectativa de vida é de 76 anos, enquanto a do Chile é de 81. A mortalidade infantil foi de 14,3 por 1.000 nascidos vivos em 2015 e de 14,9, em 2016 (ABRINq – prévia IBGE), tendo piorado pela primeira vez em 15 anos.

O SUS tem hoje uma reputação muito ruim:  a maioria dos pacientes e dos profissionais não confiam no sistema. Novamente, temos um problema de gestão: gasta-se muito, mas gasta-se mal. Estudo do Banco Mundial aponta uma economia possível de 16%, com melhorias na eficiência do SUS.

Visão

Queremos colocar o Brasil entre os países mais saudáveis da América Latina, com elevada longevidade e baixa mortalidade infantil. Nos tornando um País onde todos sejam atendidos com dignidade nos serviços de saúde de sua região.

Longo prazo

  • Reduzir a mortalidade infantil para menos de 10 óbitos por mil nascidos vivos.
  • Aumentar para mais de 80 anos a expectativa de vida do brasileiro.

Propostas

  • Aprimoramento do acesso e da gestão da saúde pública.
  • Expansão e priorização dos programas de prevenção, como clínicas de família.
  • Ampliação das parcerias público-privadas e com o terceiro setor para a gestão dos hospitais.
  • Mais autonomia para os gestores e regras de governança para os hospitais.
  • Criação de consórcios de municípios para maior escala de eficiência e gestão regionalizada de recursos e prioridades.
  • Uso intenso de tecnologia para prontuário único, universal e com o histórico de paciente.
  • Eliminação das filas com utilização de plataformas digitais para marcação de consultas.

5

Proteção social como um caminho para a cidadania plena e fim da pobreza

O Brasil ainda precisa de um eficiente programa de proteção social para atender aos que mais necessitam e funcionar como uma ponte para a cidadania plena.

O Bolsa Família é um exemplo de programa bem-sucedido e deve ser mantido e aperfeiçoado. Temos ainda 42,4% das crianças e adolescentes de até 14 anos vivendo em pobreza extrema e que precisam de proteção social.

Porém, é preciso criar alternativas para que cada vez mais pessoas deixem os programas assistenciais e passem a conseguir manter sua vida e sua família sem a dependência do Estado. A taxa de jovens que não trabalham e não estudam aumentou de 22,7% (2014 ) para 25,8% (2016). Um País rico como o Brasil não pode mais conviver com a pobreza e deve propiciar um ambiente para que todos tenham oportunidades de trabalhar com dignidade, empreender e aumentar sua renda, sem conviver com a miséria e o atraso.

Visão

Queremos ajudar  aqueles em condição de vulnerabilidade e também criar oportunidades e incentivos para sua saída definitiva da pobreza crônica.

Longo prazo

  • Eliminar a pobreza extrema do Brasil.
  • Eliminar a pobreza entre os jovens.
  • Aumentar a renda dos 20% mais pobres.

Propostas

  • Manter e melhorar o Bolsa Família.
  • Rever demais programas sociais para que beneficiem os brasileiros mais pobres.
  • Criar portas de saída dos programas sociais e da pobreza via mercado de trabalho e qualificação profissional.
  • Unificar e simplificar a distribuição de recursos de assistência social via cadastro único eficiente e cartão eletrônico.

6

Qualidade e representatividade política com ética e transparência, sem privilégios e corrupção

O sistema político brasileiro está falido. Temos 35 partidos, mas a grande maioria dos brasileiros não se sente representada por nenhum. Políticos usam dinheiro público e fazem leis para se preservarem no poder, de costas para a sociedade que deviam representar.

O Congresso brasileiro é, proporcionalmente, o mais caro do mundo. A quantidade de privilégios dos nossos políticos é inaceitável, assim como a corrupção e a impunidade. É preciso uma ampla e urgente reforma política.

Visão

Queremos um País onde todos os brasileiros sejam, de fato, iguais perante a lei. Que sejamos bem representados na política, livre de privilégios e da corrupção institucionalizada, para que o cidadão tenha cada vez mais poder. Queremos uma renovação constante na política.

Longo prazo

  • Redução de ⅓ das cadeiras do Congresso Nacional e demais casas legislativas.
  • Instituições independentes, com custo baixo, transparência total e resposta rápida às demandas do cidadão.
  • Fim definitivo dos privilégios e da impunidade aos políticos corruptos.

Propostas

  • Fim do fundo partidário, do fundo eleitoral e da propaganda eleitoral gratuita.
  • Responsabilidade partidária pela conduta de seus agentes.
  • Redução do número de congressistas em um terço, para 54 senadores e 342 deputados.
  • Redução em um terço do número de deputados estaduais e vereadores na mesma proporção em todo o País.
  • Fim do voto obrigatório
  • Adoção do voto distrital misto.

7

Governo responsável, simples e digital, que funcione para o cidadão, para o trabalhador e para o empreendedor

A despesa com pessoal no Brasil cresceu 3,5% ao ano nos últimos 10 anos, contra um crescimento médio anual do nosso PIB de 2,4%. Porém, a qualidade dos serviços prestados não melhorou na mesma proporção.

Os funcionários públicos no nível federal recebem,  em média, 67% a mais do que profissionais que exercem a mesma função na iniciativa privada. A Constituição brasileira é a terceira mais longa do mundo. O Estado brasileiro precisa rapidamente usar  as tecnologias digitais para prestar um serviço melhor aos cidadãos.

Temos um governo que é tomado por indicações políticas, com órgãos públicos aparelhados por partidos. O resultado é um gasto elevado e pouco retorno para a população.

Em uma lista de 30 países, o Brasil está em último no retorno dos impostos pagos em relação à qualidade dos serviços públicos prestados pelo governo.

Visão

Precisamos de um Estado responsável, simples, digital, ágil e moderno, que funcione para o cidadão, para o trabalhador e para o empreendedor, sem burocracia.

Longo prazo

  • Reduzir o déficit público, obter superávit e reduzir a dívida pública.
  • Carga tributária inferior a 30% do PIB e com contas públicas equilibradas.

Propostas

  • Simplificação das leis para melhorar o  funcionamento geral do Estado brasileiro e atrapalhar menos o cidadão.
  • Centrar a atuação do Estado nas suas funções essenciais: saúde, educação e segurança pública.   
  • Definir metas e acordos de trabalho para todos os funcionários públicos.
  • Melhorar a avaliação de desempenho no setor público e a avaliação independente para as carreiras de estado.
  • Transparência completa e avaliação de políticas públicas por entidades independentes.
  • Processo seletivo para cargos de alta direção no setor público.
  • Redução de ministérios para no máximo 12, com quadros técnicos.
  • Salários do setor público indexados ao setor privado.
  • Fim dos auxílios especiais no Executivo, Legislativo e Judiciário.
  • Criação de uma identidade digital única para todo cidadão.
  • Serviços públicos digitais integrados de modo simples e seguro.
  • Política pública mais inteligente com o uso de dados e tecnologia.

8

Previdência justa e sustentável

A previdência brasileira atualmente é injusta e insustentável. Injusta pois um servidor público aposentado do legislativo recebe, em média, R$ 28.547, no executivo, R$7.583, enquanto um aposentado do INSS recebe, em média, R$ 1.240. É insustentável porque já consome 56% do orçamento primário da União. Ou seja, o Governo gasta mais com a previdência do que com saúde, educação, segurança e tudo o mais somado. Se nada for feito, com o envelhecimento da população, em alguns anos, a previdência consumirá todo o orçamento público.

Visão

Queremos um sistema único, para todos os brasileiros, que corrija as injustiças e que seja sustentável para as futuras gerações. Quanto antes o ajuste for feito, melhor será para os brasileiros.

Longo prazo

  • Ter uma previdência justa e sustentável.

Propostas

  • Fim de regimes especiais e privilegiados para políticos.
  • Regras iguais de entrada e cálculo dos benefícios de aposentadoria  para funcionários públicos e privados.
  • Definir como critério único de aposentadoria a idade mínima de 65 anos e criar regra de reajuste conforme a expectativa de vida.
  • Desvinculação do salário mínimo  e indexação pela inflação.
  • Contribuição obrigatória para trabalhadores rurais.
  • Revisão dos benefícios de pensão e fim dos acúmulos de benefícios.

9

Responsabilidade com as futuras gerações com foco na sustentabilidade e um agronegócio moderno indutor do desenvolvimento

Sustentabilidade é um tema global. O Brasil tem uma das maiores e mais belas naturezas do mundo, com ativos naturais diversificados. Temos desafios importantes em relação às florestas, águas, mudanças climáticas, poluição e biodiversidade. É essencial combinar preservação ambiental com desenvolvimento econômico para que o Brasil explore seus recursos e gere oportunidades de crescimento, sem comprometer o meio ambiente para as próximas gerações. Segundo o Instituto Trata Brasil, cerca de 50% dos brasileiros não têm coleta de esgoto, e somente cerca de 44% do esgoto coletado é tratado.  É um problema que afeta o meio ambiente, a qualidade de vida nas cidades e a saúde das pessoas.

Visão

Queremos deixar para as futuras gerações um País sustentável, com florestas conservadas, biodiversidade protegida, rios recuperados e uma economia de baixo carbono, que use de forma inteligente e produtiva o patrimônio natural do Brasil.

Longo prazo

  • Universalizar o saneamento no Brasil.
  • Conciliação definitiva entre conservação ambiental e desenvolvimento agrícola.
  • Eliminar o desmatamento ilegal.

Propostas

  • Saneamento e recuperação dos rios, baías e praias do Brasil em parceria com o setor privado.
  • Redução definitiva do desmatamento ilegal na Amazônia Legal, com mais tecnologia e fiscalização.
  • Aplicação do Código Florestal.
  • Avanço no cadastro ambiental rural e mais cooperação entre órgãos envolvidos.
  • Fim dos lixões em todo o País através de  consórcios municipais e parcerias com o setor privado.
  • Ampliação da energia renovável na matriz energética.
  • Fim dos subsídios à energia não-renovável, como gasolina e diesel.

10

O Brasil inserido no mundo sendo cada vez mais dinâmico e integrado

O Brasil é um País fechado para o mundo. Somos o segundo país mais fechado do mundo para o comércio exterior. Representamos apenas 1% do comércio mundial e a 25ª posição no ranking. Hong Kong – com uma área geográfica 3.000 vezes menor que a do Brasil e uma população quase 30 vezes menor que a brasileira – representa 2,8% do comércio mundial. Em 2017, o Brasil fechou apenas 9 acordos comerciais, enquanto o Chile assinou 28. Segundo o Banco Mundial, a abertura comercial tem potencial para tirar 6 milhões de pessoas da pobreza. A OCDE calcula que o poder de compra do brasileiro subiria 8%.

Visão

Queremos um Brasil mais livre, conectado e integrado com o comércio mundial e com os sistemas de produção. Esse processo gerará empregos e produtos mais baratos aos brasileiros.

Longo prazo

  • Estar entre as 10 economias com maior participação no comércio mundial

Propostas

  • Política externa orientada à maior integração internacional e pautada exclusivamente pelos interesses do País.
  • Abertura da economia brasileira com a redução das barreiras ao comércio e investimento internacional.  
  • Negociação de acordos comerciais com as maiores economias do globo, mas, em paralelo, a remoção de barreiras excessivas de forma unilateral.
  • Eliminação das exigências de conteúdo local e revogação das referências na legislação comercial por “similar nacional”.
  • Internacionalização das empresas brasileiras com a remoção de barreiras ao investimento no exterior e o fim da indução privilegiada de “campeões nacionais".
  • Atração de talentos para o Brasil pela redução da burocracia para revalidação de diploma estrangeiro para os brasileiros que estudaram fora e para estrangeiros que queiram trabalhar no Brasil.